quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Fotos Antigas - Gaúchos do Rio Grande do Sul

Trilha sonora para as fotos:




Dom Pedrito:


Travessia do Rio Ijuí: 


Gaúchos na guerra dos Canudos:


Dom Pedrito:


Alegrete:


Gaúchos na guerra dos Canudos:




Dom Pedrito:



Tropeiros de Palmeiras das Missões:


Charqueada em Pelotas:


Santa Maria/Boca do Monte - RS: 


Guerra dos Canudos:




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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Getúlio Dornelles Vargas

Em São Borja, na fazenda Itú:




1930 quando Washington Luís foi deposto pelo golpe de Getúlio e os tenentes, os gaúcho ataram seus cavalos no obelisco no Rio de Janeiro. São Paulo já estava tomada:




Casou-se, em São Borja, em 4 de março de 1910, com Darcy Lima Sarmanho, com quem teve cinco filhos: Lutero Vargas, Getulinho, que morreu cedo, Alzira Vargas, Jandira e Manuel Sarmanho Vargas, (o Maneco) que suicidou-se. Este casamento foi um ato de conciliação, pois as famílias dos noivos eram apoiadoras de partidos políticos rivais na Revolução Federalista de 1893. A família de Darcy Sarmanho era maragato e a de Getúlio chimango:



Vargas e Roosevelt presidente americano:





Se suicída(?) o criador da Petrobrás e BNDS. Há quem diga que o suicídio de Getúlio Vargas adiou um golpe militar que pretendia depô-lo. O pretendido golpe de estado tornou-se, então, desnecessário, pois assumira o poder um político conservador, Café Filho. O golpe militar veio, por fim, em 1964. Golpe de Estado que os partidários chamam de Revolução de 1964, e que foi feito, essencialmente, no lado militar, por ex-tenentes de 1930.
Para outros, o suicídio de Getúlio fez com que passasse da condição de acusado à condição de vítima. Isto teria preservado a popularidade do trabalhismo e do PTB e impedido Café Filho, sucessor de Getúlio, por falta de clima político, de fazer uma investigação profunda sobre as possíveis irregularidades do último governo de Getúlio:



Carta Testamento:



Vídeos sobre a era Vargas(1930-1945):









Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Origens das Alpargatas...



A alpargata ou esparteña é um tipo de calçado de lona com costume de esparto ou cáñamo, que se assegura por simples ajuste ou com fitas. Utiliza-se principalmente em EspanhaFrança e várias zonas de Hispanoamérica.



Sua origem parece ser pirenaico, e está documentado desde ao menos 1322, ano em que um documento redigido em idioma catalão descreve as espardenyes«alpargatas». Fazem parte do traje típico de boa parte de Espanha, e especialmente dos territórios da antiga Coroa de Aragón (AragónCataluñaComunidade Valenciana e Ilhas Baleares) bem como a Região de MúrciaAlmería e no âmbito cultural vascão (País BascoNavarra e País Basco francês). É tradicional também em Occitania (país do sul da França), tendo seu grande centro de produção em Mauleón, capital da região francesa vascófona de Sozinha. Na Espanha esteve estendida também como calçado operário urbano ou inclusive como calçado para os soldados, e na atualidade se usa normalmente como calçado informal nos meses de verão.


Existe uma grande variedade de tipos de alpargatas, fundamentalmente divididas em duas classes: as que se ajustam com fitas e as que não. Na atualidade é frequente que a costume de esparto esteja recoberta total ou parcialmente de uma fina capa de caucho, para proteger da humidade e o desgaste.
Este calçado foi levado à zona do Rio da Prata pelos imigrantes espanhóis e franceses vascães, para a terceira década do século XIX, sendo adotado pelos trabalhadores rurais em substituição da bota de garão de potro. A diferença de outras vestimentas, a humilde alpargata converteu-se em uma prenda infaltavel para ambos sexos mas, sobretudo, na parceira inseparável da bombacha.
A alpargata fabrica-se empregando uma lona forte. É muito liviana e de bom agarre ao solo.

Na Argentina a alpargata tem passado a ser o calçado barato e diário dos gauchos e paisanos; ainda que é frequente o uso deste cómodo e liviano calçado por parte da maior parte da população quando está de férias em zonas cálidas do país. As alpargatas entraram no palco político argentino durante os momentos prévios aos períodos presidenciais de Juan Domingo Perón ao associar-lha com a classe operária. Em 1943 e 1944 o movimento estudiantil oposto a Perón e os sindicatos que apoiavam suas medidas trabalhistas, começaram a utilizar o lema: «não à ditadura das alpargatas» que foi a sua vez respondido com o lema«alpargatas sim, livros não». Na primeira metade do século XX era tão comum o uso das alpargatas entre as classes humildes da população que tomou grande importância a empresa chamada Fábrica Argentina de Alpargatas a qual se costumava promocionar com os artísticos almanaques de parede ilustrados por Florencio Molina Campos.

No Uruguai, Brasil bem como em Chile utiliza-se, comumente, em verão para ir à praia, ou para realizar qualquer atividade ao ar livre. Por ser um calçado fresco, deixa respirar o pé, e adapta-se à forma dele, sendo confortável para realizar diversas atividades.


Na Colômbia é parte da indumentária da maioria dos trajes típicos, sendo, em alguns casos, de couro.


Acha-se que a alpargata teve sua origem na sandália egípcia, na que depois se inspiraram os romanos para elaborar uma pantufla coberta e proteger o pé do sol e o calor. Introduzida posteriormente a Espanha e trazida com a colonização a América pelos missioneros, quem podiam assim cumprir longas jornadas comodamente, foi desde então usada como aliada de jornadas a baixo de chuva por camponeses e acompanhou a rítmica da dança popular.



















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